Por volta dos meus 13 anos, altamente influenciada por Moulin Rouge, coloquei na cabeça que se eu não encontrasse um Christian pra mim, não valeria a pena me envolver com ninguém. Eu precisava ter alguem que me olhasse do jeito que ele olhava pra Satine. Ansiava por alguém que me escrevesse músicas ou simplesmente cantasse pra mim. Se não fosse assim não valeria a pena. E assim eu esperei por muito tempo. O Christian obviamente não veio. Vieram sapos, e um deles detonou meu sonho de sequer amar alguém. Passei a sentir desprezo pelas pessoas e me afastava de quase todos. Até que um dia, essa barreira que criei para me proteger, se rompeu e eu vi que a chama não tinha se apagado completamente. Mas como sorte no amor e eu não combinamos, acabei sofrendo mais um bocado e, que irônico, com esse sofrimento todo quem escreveu as músicas fui eu. Depois de um tempo, me recompus e achei um novo amor. Amor esse que durou lindos 2 anos e 6 meses, mas mesmo sendo o mais perfeito que já vivi, não foi capaz de suprir os meus anseios e utopias românticas que essa mente piscianamente doentia gostaria de viver. Já se passaram 14 anos desde que vi Moulin Rouge, e eu ainda não consigo me contentar com menos do que uma suposta (pelo visto) ficção. Pelo visto, minha sina é a solidão.

Adote

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Eu sei que estou muito tempo sumida por aqui. Seis meses e três dias precisamente. Não vou dizer que foi só a faculdade não, agora tô estagiando ai o pouco tempo que me resta eu fico com preguiça pra postar qualquer coisa que seja aqui ai o blog fica esquecido. Mas hoje eu vim aqui por um motivo importante.

Depois que eu me mudei para uma casa, minha gata passou a sair bastante e o resultado disso foram filhotes. Assim que eles nasceram a gente quis castrar, mas a veterinária falou que só podia após quarenta dias pois os gatos tinham que desmamar primeiro. Nisso, ela engravidou de novo. E como eu fiquei com 2 dos filhotes da primeira cria não tenho mais como ter nenhum. Tô tentando convencer minha mãe a ficar com pelo menos um dessa ninhada mas realmente é complicado porque além de ter muito gasto de dinheiro para alimentar quatro gatos, ainda tem o trabalhão que eles dão. Mas como eu amo gatos no final vale a pena. Não tem nada mais gratificante do que após um cansativo dia de escola/faculdade/trabalho você abrir a porta da sua casa e se deparar com seu animalzinho te olhando e miando pra te cumprimentar (e pra pedir comida também, é claro haha) ou de brincar com ele jogando uma bolinha de papel ou um ratinho de brinquedo, ou de ouvir o doce ronronar quando você faz carinho nele. Coisas assim não têm preço. *-*
Se alguém quiser adotar um filhotinho me avise. Eles vão fazer um mês dia 22/11 e precisam de um lar.
Aqui estão algumas fotos deles:

Essa última foto é pra vocês terem uma noção do tamanho que eles estão :3

Se não puderem adotar, divulguem.

Por enquanto é só pessoal : ) Mas em breve terá mais :*

Desabafo – É melhor não fazer, a fazer malfeito / No translation on this post.

Achei nos rascunhos de 2011…

 

I wont translate this huge post.

Como todos já devem saber, sou meio viciada em livros. Mas isso não quer dizer nada. Na verdade vou revelar uma coisa, não sou nada fã do Dan Brown e não consegui nem terminar de ler “O código Da Vinci” (Da pra perceber que esse tipo de livro não é o meu forte, né?) Mas em compensação, gosto de Saramago, quer dizer, eu li apenas “Ensaio sobre a cegueira”e apesar de sua escrita rebuscada e quase sem pontuação me “encantou”. Ao pegar este livro emprestado, me advertiram falando que não era nada fácil, mas mesmo assim insisti com ele, afinal, estavam me subestimando, e eu não gosto nada disso. Enfim, li e adorei. Gostei tanto que em um impulso comprei mais dois livros dele: “A caverna” e “O homem invisível”. Iniciei o primeiro, mas tenho um péssimo hábito: Se me aparece um livro alheio ao acaso, coloco o meu em segundo plano e leio o temporário, pois acho que não é à toa que um livro vem parar em minhas mãos. Sempre há uma lição a aprender, sempre há um sonho, uma emoção e até mesmo um vício. Sim… há.

Ah… eu não lhes contei meu pequeno segredinho… Meu tipo de livro preferido (além dos de suspense) são os infanto-juvenis. Sim… muita gente os despreza por serem infanto-juvenis. Dizem que são para criancinhas… Ah… pobres criaturas que desprezam esse tipo de literatura inocente e sonhadora. Pobres seres amargurados que só sabem ler desgraças, fatos científicos, política, economia e mais outras diversas coisas que cercam nosso mundo real. Não teriam essas criaturas sonhos? Não teriam uma válvula de escape para essa série de desgraças que nos rodeiam? Simplesmente não entendo. Mas enquanto uns são “pés no chão” outros são “cabeças na lua”, e eu, como toda pisciana, sou assim (até demais).

Até eu tive preconceito com um livro infanto-juvenil. Um livro não, um filme. Lançou no cinema o filme “Percy Jackson – O ladrão de Raios” e me pareceu meio bobo. Apesar de ser sobre deuses gregos e heróis – assunto pelo qual sempre tive fascínio – achei que não seria bom o filme, então não estava “nem ai”. Até que na festa do meu tio e padrinho, eu, não suportando mais o clima de discoteca e a quantidade de pessoas que estavam no recinto, me recolhi num canto da casa (O quarto da minha prima Marcelle) e me vi em um quarto silencioso com um livro em cima da escrivaninha. Apesar de ela ter uma estante de livros, esse estava separado, o que chamou minha atenção. Então, peguei o livro e observei. “O Ladrão de Raios” estava escrito em dourado. Olhei o título e pensei, vou dar um crédito a esse livro, afinal, não tem como você dizer que não gosta de uma coisa sem ao menos saber o básico a respeito. Li a primeira linha, o primeiro parágrafo, a primeira página e só sei que quando minha mãe me chamou pra ir embora eu já estava na página setenta e pouco e, não preciso nem dizer, com intenso interesse pelo livro.

O difícil foi convencer minha prima de me emprestar o livro. A pobre havia acabado de ganhar de aniversário e ainda não tinha começado a ler. Insisti tanto que ela me deu quatro dias para terminar o livro, o que seria um prazo tranqüilo se eu não tivesse faculdade, auto-escola e mais uma penca de coisas para fazer, mas mesmo assim aceitei de bom grado a oferta. Li no dia seguinte, tive que ficar dois dias longe do amado livro e no quarto dia não havia terminado, mas ela me deixou ficar mais uns dias. Não lembro bem quando terminei, por volta de seis ou sete dias, mas antes mesmo de acabar já estava tão empolgada com a história que comprei o segundo volume pela internet. Fiquei tão envolvida com o livro que queria ver a qualquer custo o filme, que semanas antes desprezei, mas estava passando somente 12:30 e para a minha pessoa isso não funciona, nem se tivessem oferecendo chocolates grátis eu conseguiria ir. Sim, eu sou uma preguiçosa de marca maior e não acordo antes de meio-dia. Eu não consigo! (não sei nem como vai ser esse semestre… UFRJ 8h da manhã piada ha ha ha!) Ai tive que considerar outras hipóteses (vulgo cinema decadente do baymarket). Acabou que não pude ver mesmo assim, mas comprei (ganhei ^^) por modos ilícitos do centro de niterói (fazer o que né meu povo…)

Como é de praxe dos filmes “piratas” a imagem é uma verdadeira porcaria e o áudio também não é dos melhores, mas isso não foi NADA comparado ao filme. O que é o filme? Uma !@@#@!$#@!# sério… @#!@#@ é pouco. Na verdade isso devia ser: Levemente baseado no livro. Porque do livro em si não tem QUASE NADA! Imagine o pior filme que você já viu no quesito livro/filme. Percy Jackson definitivamente é o pior! Preparados para o choque?(O desabafo a seguir contém SPOILERS) Segundo o livro: Percy sempre se mete em confusões e é expulso da escola, mas quer se comportar direitinho. Lá está ele em uma excursão da escola e tudo está dando certo até que uma encrenqueira deixa seu lanche cair no colo de seu melhor amigo. Uma súbita raiva toma conta dele e sem ao menos fazer nada, a menina é arremessada dentro de um chafariz fazendo com que sua professora, que é uma fúria, tenha a chance que precisa chamando-o para dentro do museu para encurralá-lo e quase matá-lo se não fosse seu professor que lhe arremessa uma caneta “esferográfica descartável comum, tinta preta e TAMPA REMOVÍVEL” (descrição da caneta feita na página 161 do livro) que vira uma espada e com um golpe transforma o monstro em um monte de areia.

Segundo o filme: O professor está explicando as paradas lá no museu e do nada, literalmente, a professora (que é uma fúria) o chama pra sala ao lado, se transforma em fúria, ela começa a atacá-lo, o professor e seu melhor amigo chegam na sala, o professor usa a espada (a caneta sequer tem tampa, é aquela de pressionar em cima. Ah claro! Tudo a ver com a descrição do autor) para afugentar a fúria que sai VIVINHA pela janela.

E começamos bem. Logo nos 10 primeiros minutos de filme tem esse bando de coisa diferente, mas ta… tudo bem… tento ser um pouco compreensiva.

Bom… provavelmente muita gente não vai ler até aqui então… pelo menos por hoje paro por aqui. Mas não vou deixar de postar meus desabafos, porque fiquei MUITO desapontada com esse filme!

 

A amizade é igual ao vinho.

Quando tinha 15 anos, conheci uma menina na escola e a primeira impressão que tive sobre ela era que ela era bem esquisita.
Pra começar ela usava um batom vermelhão MUITO forte. E no primeiro dia de aula entrou na sala errada. Sim… era estranha.
E eu também. (Mas não vou entrar nesse assunto porque o post não é sobre mim)
Um certo dia falei com ela. E passamos a nos falar sempre.
Mas eu sempre fui muito sincera e disse a ela que ela era esquisita. Ela chorou.
Me chamou de esquisita também. Várias vezes. Mas eu não liguei, sempre reconheci meus defeitos e qualidades.
E não sei bem dizer se isso é defeito ou qualidade no fundo.
Ela achou estranho eu não ter ligado quando ela me chamou de esquisita. E assim, viramos amigas.
Ainda a acho esquisita e eu também sou. É isso que a faz ser a pessoa maravilhosa que ela é.
A pessoa diferente de todas as outras. Que eu não vejo ter maldade nem preconceito.
Que é doce e meiga. E com certeza meio louquinha.
Ela sempre me faz rir.
Eu nunca falei isso pra ela, mas eu a admiro muito.
Ela, ao contrário de mim, não desiste dos seus sonhos.
Ela segue em frente apesar das barreiras e dificuldades.
Ela Persiste.
Ela é uma das pessoas mais especiais pra mim.
Ela é.

Falando sobre o melhor assunto de todos: COMIDA!

Comi um dia desses a lasanha à bolonhesa de peito de peru da perdigão. Na hora de comprar, minha mãe veio reclamar no meu ouvido que era melhor eu não me arriscar a compra-la pois corria o risco de não gostar e não querer comer a lasanha. Mas comecei a mostrar os prós dessa lasanha (que vou falar daqui a pouco) e convenci ela. Afinal, como eu vou saber se gosto ou não se não experimentar, né?

 

Então comprei e fui comer. Bom… o gosto não é tão saboroso quanto a bolonhesa comum, mas eu gostei assim mesmo. Só de saber que tem menos sódio, 50% menos de gorduras e é fonte de fibras vale a pena comer. Fora que com 50% menos de gordura eu posso comer uma no almoço e uma no jantar invés de uma só de bolonhesa comum. haha Isso já vale mil pontos pra mim.

 

Aqui está ela:

 

Alguém já comeu? 🙂

 

Ricci Ricci

Minha mãe voltou de viagem ontem e trouxe várias coisas boas pra mim. Uma delas foi o perfume Ricci Ricci da Nina Ricci.

Sim… eu já tinha ganhado esse perfume de natal, mas ela achou por um preço incrível e como sabe que eu amo o Ricci Ricci comprou mais um 🙂

Eu fiquei apaixonada pelo comercial desse perfume. É lindo. A embalagem é meiga, o frasco é delicado. Pra começar, o comercial se passa em Paris. O cenário é lindo, a modelo é linda (uma das minhas preferidas – Jessica Stam), o vestido dela é incrível e até a música do comercial é bem legal. O comercial mistura mistério com gatos hehehe e sendo assim eu amei. Quem não viu, veja a seguir:

Mas é engraçado ter comercial para perfumes se não sentimos o cheiro pela tv ne…

Ai eu pensei: Esse comercial tá bom demais pra ser verdade. Quando eu for no shopping vou pedir uma amostra pra saber se é bom mesmo. E assim o fiz. E fiquei maravilhada. É o melhor perfume que eu já experimentei. Então fui perguntar o preço e quase tive um choque ao saber o valor. Então, voltei pra casa com as mãos abanando e com a certeza que nunca iria ter o perfume mais cheiroso do mundo.

Fiquei falando nele durante meses e então no natal mamãe me deu ele 😀 Fiquei tããão feliz!!!

O pior de tudo é que ele é tão lindo que eu quase não uso ahahaah (só em ocasiões especiais)

Mas como estamos no carnaval e eu odeio essa época, vou aproveitar pra ficar bem quetinha dentro de casa, ver mt filme, comer pipoca, nutella e postar muito aqui pra compensar o tempo de ausência. Então eu tirei várias fotos do perfume lindo pra vocês verem 🙂

Ps.: A qualidade das fotos ta ruim porque a pilha da outra máquina acabou e eu ainda não comprei a recarregável (inútil :p)

Muito fofo né? ^^

Purr *.*

Nhaaaa!!! Eu precisava vir aqui mostrar o perfume mais cute cute que eu já vi na vida.

É o primeiro perfume da Katy Perry e se chama Purr. O frasco é a coisa mais linda que eu já vi.

Então eu tenho que mostrar 😀

Preparem-se:

Agora vários juntos *.* Nhaaaaa

Não é a coisa mais cuti cuti? O que acharam?

UPDATE: Comprei e não gostei do cheiro D: Nem tudo é perfeito 😦